sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

REFLEXÃO



SENSO AFETIVO DO AMOR

Sinto  que   meu   interior   está   cada  vez  mais  familiarizado   com o senso afetivo  do  amor.Isso   é   bom,me  faz  confiante.Solidário.Faz com   que   eu  me  veja  num  outro  estágio  de  vida.
Hoje  fui  passear...Quero  dizer:fui   caminhar   no  parque.Gosto  de ver  pessoas.Estar  com  elas  me faz    conviver  com as  diferenças.Isso me  torna  menos  critico.Menos  perfeccionista .
A    diferença principal   para mim hoje, é  que  busco  ver  tudo   e   todos  com  os  olhos  do coração.Não   faço  julgamento   de   comportamentos  externos.Prefiro  contemplar  a face  de um  e  outro  de  relance,sentir  o  que   ele  trás  no  coração.

É   algo bom,confortante.Há   esperança  em  cada olhar,há  amor  latente  no  peito.Isso  me  faz  feliz.Enquanto  passo  por cada  um  deles,sinto  que   faço  parte   do  meio. Por afeto. E não  mais  por fixar-me nas   diferenças   que  temos.

Enquanto  eu   caminho,sinto  o   oxigênio   puro  das  plantas   do   bosque   adentrando   meus   pulmões.Mas  que  coisa   maravilhosa.Cheiro   de  vida  no  ar!Peixes  no  lago,tranquilos   a  nadar!
Que   diferença   daquele   velho   homem  de  maus  
Hábitos  pra   esse sutil.Discreto.Amável.Suave  como neblina   no  inverno   da vida.
Que    bom   poder   dizer desse   amor,dessa   sensibilidade   que  agora  tomou  conta  do meu  ser.

Tão  compenetrado   assim   com  meu  ‘eu’,nem   me  lembro   de:
Artrite, Osteomelite, glaucoma, hipertensão,ansiedade,pânico etc.Nada  disso   por  mais  que   cause   dados  a  carne,não se compara  ao   amor pelo  meu ‘ eu’ que  trago   guardado
No   fundo   do  meu  coração.
Agora   sei  o  que  quer  dizer  o  provérbio:
Só  o  amor  constrói.
O  egoísmo  destrói.
Ou   seja:se   vivemos  no  amor  e  por  amor, somos humildes e  com     humildade, crescemos.
Quando  vivemos  no egoísmo,somos  egoístas .E   por  conta  desse    egoísmo,perecemos.
Ó,Deus, dai  nos  discernimento  para      aceitarmo-nos  como somos, a fim aceitamos   nossa pequenez!Amém!

Autor: Francisco  Lisboa


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