O REFRIGERIO DE MINH’ALMA
Minha falta de amor
próprio,
Mutila-me e
destila de mim,
O
refrigério de minh’alma.
O
vazio me assombra.
Em
desespero,
Busco preenchê-lo
Externamente.
Do
lado de fora?
Paradoxo não tem fim.
Nem tudo está certo,
Na trivialidade do absurdo.
Então, mutilado, eu me arrasto,
Em busca desse refrigério
Que se chama amor,
Que
minh’alma tanto anseia
(felicidade!)
Pra viver, livre, leve e solta.
Autor:Francisco Lisboa
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