sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013


O REFRIGERIO  DE  MINH’ALMA

Minha falta de  amor  próprio,
Mutila-me  e   destila de mim,
O  refrigério  de  minh’alma.
O   vazio  me assombra.
Em   desespero,
Busco   preenchê-lo
Externamente.
Do  lado  de  fora?
Paradoxo não tem fim.
 Nem tudo está certo,
Na trivialidade do absurdo.
Então, mutilado, eu me arrasto,
Em busca  desse refrigério
Que se chama amor,
Que  minh’alma tanto anseia
              (felicidade!)
 Pra viver, livre, leve e solta.

Autor:Francisco   Lisboa

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