Na Alemanha surge um louco
Que domina, que manipula, que mutila,
Em detrimento de sua famigerada
Super-raça Ariana.
Corpos amontoados aos milhares...
Fome, miséria, carnificina,
Atrocidades,
Foram o saldo dessa
tirania insana.
Da África, vem o escambo de pessoas...
Um absurdo!
Uma pratica vergonhosa sem par!
Uma pratica vergonhosa sem par!
Onde filhos escravizaram suas mães,
suas famílias,seus amigos,seus parentes...
Vendendo seus irmãos como escravos
Ao colonizador.
Isso foi o que o
mundo ouviu falar.
Que horror!
E os que sucumbiram
no silêncio dos inocentes
sob as folhagens das plantas
encharcadas pelo orvalho
da madrugada fria
num preludio de abandono sem fim?
E os que sucumbiram
no silêncio dos inocentes
sob as folhagens das plantas
encharcadas pelo orvalho
da madrugada fria
num preludio de abandono sem fim?
E os que foram mortos
na resistência à captura?
E os que com facões e porretes
sem lançaram numa luta desigual,
sem lançaram numa luta desigual,
Enfrentando rifles...
Dominadores de armadura?
Duas vergonhas, duas praticas abomináveis...
Vai vê foram essas atrocidades humanas
que inspiraram Vitor
Hugo a escrever os Miseráveis.
Tragédia humana!Tragédia insana!
Que um manipulador habilidoso
E a falta de escrúpulo
do ganancioso
Foi capaz de nos imputar!
Herança maldita!
Fazer parte disso
me envergonha,me devora a'lma
me irrita!
Herança maldita!
Fazer parte disso
me envergonha,me devora a'lma
me irrita!
Essas duas vergonhas...!
A humanidade terá que
levá-las
Pra eternidade!
Pois, tais feitos foram tão degradantes pra nós humanos,
Que ter esses filhos
pra humanidade,
Foi uma completa
infelicidade.
Mas,infelizmente,
só nos resta lamentar
e abominar à ação desse anticristo
Que juntamente com os colonizadores
nos relegaram ,
esse legado de morte maldito.
Afinal de contas,
fomos nós,
que matamos Jesus Cristo!
Mas,infelizmente,
só nos resta lamentar
e abominar à ação desse anticristo
Que juntamente com os colonizadores
nos relegaram ,
esse legado de morte maldito.
Afinal de contas,
fomos nós,
que matamos Jesus Cristo!
Autor:Francisco Lisboa
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