Seguindo a rota do sol,
Cheguei
ao
platô do mar.
Peixes colossais
nadavam livres,
Exibindo o alvor de sua cor Âmbar.
Continuei
na rota do sol,
E vislumbrei o
horizonte.
Cheguei as
estrelas e vi o céu,
Sobre
ele uma ponte.
Olhei as
estrelas amarelas,
Que enfeitavam minha fantasia.
Luzes claras
no caminho,
Era
o portão dessa magia.
Voltei pro mar , e de lá,
Vi a
casa da Virgem Maria ... Lá no
céu!
Eu estava
lá!
O vento
soprou meus cabelos,
Levando
consigo o retrato da Santa.
A
noite chegou sobre
mim,
O
sereno,
Foi
a manta ,
Que me protegia do frio galáctico.
Que me protegia do frio galáctico.
Acordei a
beira do rio,
Ainda com frio...sem manta.
A lua
beijava o sol ,
Bem perto no espelho d'água.
Bem perto no espelho d'água.
Parece que
sorriam pra mim
Quanto mais
perto eu chegava.
Senti o
amor divino,
Que aos poucos me acolhia.
Que aos poucos me acolhia.
Não
sei quem intercedeu por Mim,
De
certo foi virgem Maria.
Ou quem
sabe os querubins!
Lembrei-me
dos passarinhos ,
Que podiam voar até o céu .
Que podiam voar até o céu .
Flutuei
na
esperança,
E
na lembrança,
O retrato de minha
amada,
Que
em fleches intermitentes ,
Acenava-me de volta pra casa.
Acenava-me de volta pra casa.
Os
cães latiam ao longo
da Estrada...
Parece que
anunciavam que eu Estava
de volta,
Retornando
de minha mágica Escalada.
Andei por
muitos caminhos...
Fui ao céu,desci
ao mar...
Mas
agora que acordei,
Não me lembro
de mais nada.
Mas se acontecesse de novo
Queria que
fosse assim,
Um sonho
mágico de demissão Sem
fim...
Esse é
o sonho que quero,
Esse é sonho que
sonhei pra Mim.
Autor:Francisco Lisboa
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