Mas que
sina terrível a
minha
Morro de
desejo por você
E,no entanto,
você não
pode ser minha.
Vivo nesta
esperança insensata
A espera
de que um dia
Enfim
esse nó se desata
E de alguma maneira eu me beneficie do teu
amor.
Quando te
vejo
meus lábios querem beijo
meus lábios querem beijo
Dos seus
que não podem dar.
que não podem dar.
Então,
fixo-me na silhueta do seu
corpo,
E o
desejo me consome.
Sem poder
tê-lo em minhas mãos,
Submeto-me ao mais triste calvário
Dos homens ,
que os olhos vê o que comer,
que os olhos vê o que comer,
Mas por outro
lado,
Vivem morrendo de fome.
Mas meus princípios
me
obrigam
A mudar
de direção
Ignorando essa
atração...
Mas não é
mole não.
Eu
sei que,
Não é
fácil passar a vida
Com sede esperando água fresca
Que não
vem de você.
Mas é o que ''A''.
Contra a volúpia do desejo,
o que é que se pode fazer?
Mas é o que ''A''.
Contra a volúpia do desejo,
o que é que se pode fazer?
Autor:Francisco Lisboa
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