Eu,
as vezes ,mergulho profundo
No interior do
meu mundo,
Tentando me
descobrir como pessoa generosa.
Uma vez
lá no fundo
Purifico-me ,liberto-me, de qualquer coisa contagiosa.
Esvazio os porões
do ego,
Deixo de
lado a vaidade...
E
aos cordões da
humildade
Eu me
atrelo.
Quero ter
tempo lá,
Para
aprender praticar
O que é ser amável,humilde,gentil...
Quero me transformar
num benfeitor ancião,
Que conduz
aqui fora pela mão,
Aquele que
precisa de mim...
Dessa forma
sentirei paz...
Porque
meu ancião benfeitor,
É
assim...
Autor:
Francisco Lisboa
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