Uns preferem
o tumulto,
O
reboliço do redemoinho,
O olho do
furacão.
Outros, a
calmaria,
O
tempo passando lento,
Observância eterna
da mesmice.
Eu,
não prefiro nenhum e nem outro.
Contento-me em
velos brincando de serem felizes,
Sentado na janela da vida,
Contemplando-os aqui
de fora.
Autor:
Francisco Lisboa
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